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segunda-feira, 15 de maio de 2017

Procissão das Velas em Asseiceira


Realizou-se hoje, 15-05-2017, pelas 21:00 a procissão das velas em honra de Nossa Senhora, do Rosário de Asseiceira.
Foi no dia 16 de Maio de 1954 que Nossa Senhora apareceu ao vidente Carlos Alberto da Silva Delgado, tendo na altura 11 anos, em Asseiceira, Rio Maior. A aparição de Nossa Senhora repetiu-se todos os meses, sempre no dia 16, entre Maio de 1954 e Janeiro de 1955.
A religião Católica e o regime da altura sempre tentaram impedir, desacreditar e humilhar quem queria mostrar a sua fé nesta que é uma das mais importantes aparições Marianas que ocorreram em Portugal.
Apesar da falta de apoio, a população local nunca deixou de mostrar a sua crença nesta aparição Mariana e todos os dias 16 de cada mês é rezado um terço seguido de uma pequena procissão.
Ficam de seguida algumas imagens da procissão das velas realizada hoje, mostrando o apoio e fé da população a esta aparição.





Pode saber mais sobre esta aparição, em: 

Significado da vela acesa na religião católica.
A vela acesa irradiando a sua luz, simboliza Cristo, “Luz do Mundo”, conforme Ele próprio se qualificou. Este simbolismo encontra-se também no sacramento do baptismo, chamado sacramento da iluminação. Ao ser baptizado, a criança ou adulto, passa das trevas do pecado para a luz da graça.
A vela acesa é também o símbolo da consumação, significando a adoração e a entrega total de quem a acende ao seu Deus.

Existe uma reportagem realizada pelo EXPRESSO que merece ser vista, sobre A Aparição Mariana em Asseiceira, intitulada “As Visões que o Estado Novo Silenciou”: 

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Nova Rotunda, Mina do Espadanal



Na tarde do dia 25 de Abril foi inaugurada a nova Rotunda da Mina do Espadanal e Rua Quinta do Abum pelo executivo da Câmara Municipal de Rio Maior.
Esta é uma obra financiada pelo Grupo Sonae, detentor da cadeia de supermercados Continente, e que estava projectada desde 2010, altura em que aquele hipermercado se instalou em Rio Maior. A via de comunicação demorou 7 anos a concretizar por dificuldades na negociação dos terrenos.
Na rotunda foi instalada uma escultura em ferro alusiva à mina do Espadanal.



domingo, 22 de janeiro de 2017

Associação Animais de Rio Maior



A associação foi criada em 2015 com a finalidade de promover o bem-estar animal e sensibilizar a sociedade para a importância da esterilização, como factor redutor do abandono e eventuais maus tratos. Tem como objectivo a solidariedade e protecção animal em todas as suas vertentes.

Os fundadores da associação sediada em São João a Ribeira, Luís Varela Romão e Maria Luísa Romão já ajudaram mais de 300 animais a encontrar novos donos.
São as pequenas acções de alguns que podem promover grandes mudanças em todos nós. 

Pode saber mais sobre a Animais de Rio Maior na sua página: 

Passou recentemente na RTP1, no programa ‘Animais Anónimos’ com Nuno Markl e Ana Galvão uma interessante reportagem sobre a Animais de Rio Maior que pode ver a seguir.
video

Apesar de recente, esta associação já conta com o apoio de Manuel Luís Goucha e da Filipa Herédia da empresa Mars Portugal. Todo o apoio é sempre pouco, por isso informe-se e ajude como puder.


sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Peças de Rio Maior no Museu Nacional de Arqueologia


Peças existentes no Museu Nacional de Arqueologia encontradas em Rio Maior

Vaso com decoração impressa e plástica
proveniência: Gruta de Nossa Senhora da Luz II. Rio Maior. Santarém
cronologia: Neolítico Antigo Evoluído/Neolítico Médio
tipologia: Vaso em cerâmica
dimensão: altura 20,3 cm diâmetro 20,2 cm
categoria: Neolítico
nº de inventário: 989.8.1
descrição: Grande vaso de cerâmica em "forma de saco", de forma globular, com duas asas bífidas e verticais sobre o bordo, perfuradas horizontalmente. Apresenta uma fiada de quatro mamilos na zona média do bojo. A decoração impressa, do tipo cruciforme ou "folha de acácia", dispõe-se em fiadas paralelas ao bordo.

Núcleo
proveniência: Vale de Porcos I. Rio Maior
cronologia: Paleolítico Superior – Aurinhacense
tipologia: Núcleo em sílex
dimensão: largura 4,5 cm espessura 4,3 cm comprimento 8 cm
categoria: Paleolítico
nº de inventário: 984.647.3
descrição: Núcleo prismático para lâminas com plano de percussão preparado.

Lâmina
proveniência: Vale de Porcos I. Rio Maior
cronologia: Paleolítico Superior – Aurinhacense
tipologia: Lâmina em sílex
dimensão: largura 2,4 cm espessura 0,6 cm comprimento 12 cm
categoria: Paleolítico
nº de inventário: 984.648.1
descrição: Lâmina ultrapassada de secção trapezoidal.

Ponta de Casal do Felipe
proveniência: Casal do Felipe. Rio Maior
cronologia: Paleolítico Superior – Gravetense
tipologia: Ponta em sílex
dimensão: largura 1,3 cm espessura 0,4 cm comprimento 6,2 cm
categoria: Paleolítico
nº de inventário: 986.65.227
descrição: Ponta muito aguçada e de aspecto fusiforme, obtido por retoque bilateral.

Lamela de dorso
proveniência: Carneira. Rio Maior
cronologia: Paleolítico Superior – Magdalenense
tipologia: Lamela de dorso em sílex
dimensão: largura 0,55 cm espessura 0,24 cm comprimento 3,5 cm
categoria: Paleolítico
nº de inventário: 986.94.1514
descrição: Lamela de dorso truncada. Apresenta retoque abrupto.

Lamela de dorso
proveniência: Carneira. Rio Maior
cronologia: Paleolítico Superior – Magdalenense
tipologia: Lamela de dorso em sílex
dimensão: largura 0,63 cm espessura 0,30 cm comprimento 3,85 cm
categoria: Paleolítico
nº de inventário: 986.94.1556
descrição: Lamela de dorso truncada. Apresenta retoque abrupto.

Raspadeira-buril
proveniência: Terra do Manuel. Rio Maior
cronologia: Paleolítico Superior – Gravetense
tipologia: Raspadeira-buril em sílex
dimensão: largura 2,14 cm espessura 0,96 cm comprimento 6,15 cm
categoria: Paleolítico
nº de inventário: 987.51.2988
descrição: Raspadeira alongada sobre lâmina. No lado oposto é visível um golpe de buril.

Núcleo
proveniência: Forno da Telha. Rio Maior
cronologia: Mesolítico pleno
tipologia: Núcleo em sílex
dimensão: largura 4,2 cm espessura 2,4 cm comprimento 6,2 cm
categoria: Mesolítico
nº de inventário: 987.119.32
descrição: Núcleo poliédrico. Numa das faces apresenta levantamentos verticais de extracção de lascas finas e grossas, e na face oposta apresenta vestígios de talhe, de maiores dimensões. As marcas de pressão encontram-se na parte inferior do núcleo.

Vaso com decoração impressa
proveniência: Abrigo 1 de Bocas. Rio Maior. Santarém
cronologia: Neolítico Antigo Evoluído
tipologia: Vaso em cerâmica
dimensão: altura 16 cm diâmetro 14,4 cm
categoria: Cerâmica
nº de inventário: 2005.133.1
descrição: Vaso de cerâmica de forma globular, ou em "fundo de saco", com duas pequenas asas horizontais e opostas, de perfuração vertical situadas logo abaixo do bordo. Apresenta decoração impressa, organizada em fiadas irregulares abaixo do bordo.


O Museu Nacional de Arqueologia está inserido no Mosteiro dos Jerónimos, mais precisamente na Praça do Império (1400 - 206 LISBOA) e está aberto de 3.ª feira a domingo das 10h00 às 18h00.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Rotary Club de Rio Maior



O Rotary Club de Rio Maior inaugurou no passado dia 11 de Novembro de 2016 o Marco Rotário na rua Almirante dos Reis.
Esta cerimónia assinalou o 10º aniversário da organização e contou com a presença da presidente da Câmara Municipal de Rio Maior, Isaura Morais, do vereador Lopes Candoso, do presidente da Junta de Freguesia de Rio Maior, Luís Santana Dias, do Governador do Distrito 1960 do Rotary Club de Portugal, Abílio Lopes e do presidente do Rotary Club de Rio Maior, José Oliveira, entre outros.

O Rotary Club de Rio Maior tem o código R.I. 74443 e foi admitido em 7 de Novembro de 2006. Conta actualmente com 26 companheiros, sendo presidente o José Manuel Batista de Oliveira e Secretário o Nuno Leal da Veiga Mata. O clube de Rio Maior pertence ao Distrito 1960.

Portugal tem 158 Clubes Rotary, estando divididos pelos distritos 1960 e 1970.
Os objectivos de Rotary são: 
   1º O companheirismo como elemento capaz de proporcionar oportunidades de servir; 
   2º O reconhecimento do mérito de toda ocupação útil e a difusão das normas da ética profissional 
   3º A melhoria da comunidade pela conduta exemplar de cada um na vida pública e privada; 
   4º A aproximação dos profissionais de todo o mundo, visando a consolidação das boas relações, da cooperação e da paz entre as nações.

O primeiro Rotary Club foi fundado na cidade de Chicago, Estados Unidos, em 1905 pelo advogado Paul Percy Harris[4] e mais três homens de negócios, Gustav Loehr - engenheiro de minas, Hiran Shorey - alfaiate, Silvester Schiele - comerciante de carvão. A Associação Nacional de Rotary Clubs (National Association of Rotary Clubs) foi fundada em 1910 e em 1912 e o seu nome mudou para Rotary International em função da admissão do primeiro Rotary Club fora dos Estados Unidos.
O Nome ‘Rotary’ vem do grupo inicialmente ir ‘rodando’ o local das reuniões pelos escritórios dos membros.

Existem outras organizações que em Portugal operam de forma semelhante, como a Maçonaria, o Lions Club, a Ordem DeMolay, ou mesmo a Opus Day.

Este tipo de organizações com o espírito filantrópico e vontade de servir a comunidade podem fazer muito bem à sociedade.
No entanto tem-se que diminuir o risco das organizações passarem a servir-se a si próprias. Isto é, recrutarem pessoas influentes em diversas partes do mundo com o fim de darem suporte à cúpula dominante. Assim as pessoas importantes beneficiam da influência da organização para obterem mais dinheiro e mais poder e a organização também beneficia por receber mais influência pelo facto de possuir membros em cargos importantes que ajudou a ocupar.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

UniArt - Projecto Arte Pública da Fundação EDP



O Projecto UniArt está incluído no projecto Arte Pública que é promovido pela Fundação EDP e pretende dinamizar e democratizar a arte.
No Ribatejo foi no Concelho de Rio Maior que as artes foram executadas, mais especificamente na União de Freguesias de S. João da Ribeira e Ribeira de S. João e da União de Freguesias de Marmeleira e Assentiz.
Em Rio Maior o projecto teve a parceria da ‘Produções Fixe’ e os artistas foram Alecrim, Priscilla Ballarin (Desejos Urbanos), Samira e João Seguro.

A apresentação e visita guiada de autocarro pelas obras ocorreu no passado dia 07 de Janeiro. A cerimónia contou com a presença da vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Rio Maior, Ana Figueiredo, do presidente da Junta da União das Freguesias de São João da Ribeira e Ribeira de São João, Leandro Jorge, da presidente da Junta da União das Freguesias de Marmeleira e Assentiz, Amélia Simão, da directora de Inovação Social da Fundação EDP, Margarida Pinto Correia, da responsável pelo Arte Pública da Fundação EDP, Sandra Santos, e da coordenadora do Projeto UniArt no Ribatejo e “Produções Fixe”, Ana Rita Camará.

A Fundação EDP pretende “Democratizar o acesso à arte e permitir o envolvimento da população em novas experiências culturais, bem como estimular o desenvolvimento local através da realização de intervenções artísticas em espaço público”.
O programa Arte Pública Fundação EDP está presente em Trás-os-Montes (Alfândega da Fé, Torre de Moncorvo, Miranda do Douro e Mogadouro), Ribatejo (Vila da Marmeleira, Assentiz, São João da Ribeira e Ribeira de São João), Alentejo (Campo Maior, Ouguela e Degolados) e Algarve (Vila do Bispo, Barão de S. João, São Bartolomeu de Messines, Alte e Alportel).

Todas as obras denotam a paixão que os artistas colocaram na sua execução.
As pinturas nas paragens de autocarro incluem poemas de Ruy Belo, uma pequena biblioteca e elementos incorporados pela própria população. As pinturas murais incluem várias técnicas que conferem textura e harmonia aos trabalhos. As faces representadas nos postos de transformação da EDP são de um realismo impressionante. A biblioteca criada ao ar livre em Ribeira de São João seguramente vai proporcionar muitas agradáveis leituras.

Uma excelente iniciativa. A arte tem de ser democratizada e pequenas obras podem trazer grandes benefícios.

Ficam aqui fotos das obras faladas neste artigo.
Algumas das imagens seguintes foram retiradas de outras páginas da Internet.



As Paragens de Autocarro 
Pinturas Murais - Alecrim 
Pintura Mural - Samina 

Arte Pública - Fundação EDP 

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Fonte em Azinheira


Em Azinheira, na rua das Bicas existe uma fonte.
Apesar da fonte se encontrar tamponada, com facilidade ainda pode ser recuperada.
Na parede de suporte às bicas existe um painel de azulejos alusivo à vindima.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Skate Park em Rio Maior



No passado dia 2 de Dezembro foi inaugurado oficialmente o Skate Park de Rio Maior.
Este novo espaço nasce dentro do antigo ringue de patinagem existente no Jardim Municipal, mas que estava sem uso. Cria-se assim um espaço vocacionado para a prática de Skate, BMX e In Line.

O Skate Park de Rio Maior foi concebido e construído pela empresa Academia dos Patins (Apskateramps, Unipessoal Lda) de Cascais que já construiu vários outrosparques do mesmo género em Portugal e estrangeiro. Durante a inauguraçãoque contou com a presença da Presidente da Câmara de Rio Maior, Isaura morais, elementos da Academia dos Patins realizaram uma exibição das modalidades que se podem praticar no espaço.

Aproveitando esta inauguração e de modo a promover a prática regular de exercício físico ao ar livre foram também inauguradas novas máquinas e equipamentos que vieram substituir as que se encontravam danificadas no Parque Geriátrico em espaço contiguo.
O investimento global realizado pela Câmara Municipal de Rio Maior foi perto dos 50.000€, sendo que destes 41.195,48€+IVA foram para a obra de construção do Skate Park (Contrato nº 34/2016/E por ajuste directo).


O Skate Park de Rio Maior tem o piso e obstáculos em madeira. Estes tipos de parques são mais baratos, fáceis e rápidos de construir, mas tem a desvantagem de implicarem custos de manutenção elevados. A maioria dos parques de skate públicos é construída em cimento pois exigem pouca manutenção e têm uma duração elevada.

A prática de desporto tem vantagens claras para o desenvolvimento físico e mental de quem o realiza, mas neste tipo de recintos deve-se ter em atenção: 
 - Na prática das atividades físicas são frequentes as lesões musculares pelo que se deve de realizar previamente um bom aquecimento. 
 - O uso de capacete e demais proteções são recomendáveis pois neste tipo de desporto cada erro paga-se com uma queda. 
 - Cada praticante deve de ter consciência dos seus limites pois muitas lesões resultam de se tentar uma manobra para a qual ainda não estamos preparados. 
 - Deve-se conhecer a pista, pois cada parque tem os seus obstáculos e segredos.
 - Deve-se ter consciência que normalmente dentro da pista não estamos sozinhos havendo vários praticantes em simultâneos e nem todos têm capacidade de fluir de um modo ordenado.

Mais um bom equipamento público que muito prazer trás aos mais radicais de Rio Maior, principalmente agora em período de férias escolares.