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sábado, 27 de fevereiro de 2010

Vento forte em todo o país

Hoje tivemos mais um dia de vento forte.
A Protecção Civil apelou ás pessoas para não saírem de casa e colocou grande parte do país em 'Alerta Laranja'. Apesar de os ventos previstos de cerca de 160km/h felizmente não terem surgido, mesmo assim, houveram quase 2000 quedas de árvores reportadas em todo o país e é de lamentar a morte de uma criança devido a uma dessas quedas de árvores.

É óbvio que o clima está cada vez mais a apresentar fenómenos meteorológicos extremos com uma frequência elevada e está nas nossas mãos inverter estas situações. Se cada um de nós tivermos padrões ecológicos elevados e fizermos pressão na nossa classe política para que veja e perceba que os custos de intempéries e de contaminações ambientais são bastante mais elevados do que os da prevenção e o de respeito pela natureza então estaremos a criar um futuro melhor para as próximas gerações. A grande questão é que têm de ser todos os povos da Terra a contribuir pois as nossas acções têm impactos globais.
Não sou dos que pensa que as alterações climáticas são todas devido à acção do Homem, pois a Terra tem os seu ciclos próprios como os teve no passado, ora mais quentes ora mais frios. Mas a nossa acção pode e contribui de forma decisiva para que tenhamos uma melhor ou pior qualidade de vida e para que o número de espécies vivas no nosso planeta não tenha um declínio acentuado.
Apesar de todos os atentados ambientais que têm sido cometidos e que ainda acorrem, temos de realçar o grande esforço que tem sido realizado para obter energia das chamadas 'energias renováveis', a redução das emissões poluentes das diversas industrias e das organizações de cidadãos como a que vai ser realizada em 20 de Março com projecto 'Limpar Portugal'.


Se quiser saber mais informações sobre o projecto 'Limpar Portugal', consulte o site

http://www.limparportugal.org/

Em Rio Maior são as seguintes entidades que estão envolvidas:
Câmara Municipal de Rio Maior
Junta de Freguesia de Azambujeira
Junta de Freguesia de Rio Maior
Junta de Freguesia de Arrouquelas
Junta de Freguesia de Ribeira de S. João
Junta de Freguesia Vila da Marmeleira
Junta de Freguesia de Asseiceira
Junta de Freguesia de Assentiz
Junta de Freguesia de Malaqueijo
Junta de Freguesia de São Sebastião
Junta de Freguesia de Outeiro da Cortiçada
Junta de Freguesia de Arruda dos Pisões
Junta de Freguesia de Alcobertas
Grupo de Jovens de Azambujeira - GJA
Associação Solidário
H2O - Arrouquelas
Clube do Mato
Projor - Projecto Jovem Ribeirense
Bombeiros Voluntários de Rio Maior
aja - Associação Jovem Alcobertas
Escola Secundária Dr. Augusto César da Silva Ferreira - Rio Maior
Agrupamento de Escolas Marinhas do Sal - Rio Maior

Cantinho em Malaqueijo

Em Malaqueijo perto da igreja existe um cantinho bastante agradável para descansar por uns momentos.
Por cima do banco existe um painel de azulejos que mostra actividades relacionadas com o fabrico de queijo.
O nome da freguesia está ligado ao queijo, pelo menos segundo uma lenda antiga. Conta então a lenda que um viajante ao passar por estas terras avistou uma casa no meio dos montes e como já estava com fome entrou nela e perguntou se lhe poderiam dar algo para comer. A resposta que obteve foi 'mal há queijo' significando que não havia nada para se comer.


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Bombeiros Voluntários de Rio Maior

Bombeiros de Rio Maior

Em 26 de Setembro de 1892 a empresa de Lisboa ‘Henriques & Gomes’ por intermédio de António Henriques decide oferecer à ‘Sociedade Progresso Filarmónica’ uma bomba de incêndios manual. Logo foram destacados 20 sócios para operar com a bomba e assim se forma a primeira corporação de ‘bombeiros’. Em 19 de Março de 1897 a ‘Sociedade Filarmónica Riomaiorense’ passou a estar dividida em duas secções: os bombeiros e a filarmónica. Em 3 de Maio de 1898 foi dada emancipação aos bombeiros intitulando-se somente ‘Bombeiros Voluntários’ e o agrupamento musical ‘Banda Marcial’.
Em 8 de Maio de 1899 a ‘Junta de Paróquia da Freguesia de Nossa Senhora da Conceição’ cede aos Bombeiros Voluntários um terreno por de trás da ‘Capela das Almas’. Assim se começou a erguer o edifício da ‘Associação de Bombeiros Voluntários’ tornando-se na principal associação riomaiorense.
Com o decorrer do século XX o quartel dos bombeiros foi ficando com pouco espaço para albergar todo o equipamento e com as dificuldades de mobilidade das viaturas inerentes a estar localizado no centro histórico de Rio Maior.
Assim foi com muito sacrifício mas com todo o merecimento que em 19 de Maio de 1996 é inaugurado o novo e actual quartel sede dos Bombeiros Voluntários de Rio Maior, ficando as anteriores instalações para os Escuteiros.




Imagem do antigo quartel dos bombeiros e actual sede dos escuteiros.
Foto do Quartel dos Bombeiros Voluntários de Rio Maior, datada dos primeiros anos da República.
Foto da sede da Associação dos Bombeiros Voluntários, após obras de restauro efectuadas em 1931.

Para mais informações sobre os Bombeiros Voluntários de Rio Maior, consultar o site

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Depósito de água em São Sebastião

Depósito de água em São Sebastião.
Este depósito está localizado na parte alta da freguesia e foi inaugurado a 19 de Março de 1983.


A vista que se tem do topo deste depósito é magnífica e pelos visto já outras pessoas pensaram o mesmo, pois existe no topo do depósito um abrigo com sofá, mesa e frigorífico. Mas para além da parte mais lúdica, este abrigo pode ser usado para a vigilância dos fogos durante os tempos quentes.


terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Igreja Matriz de Rio Maior

A Igreja Matriz de Rio Maior localiza-se no Largo Padre Quartilho, junto ao Jardim Municipal e possui por Orago Nossa Senhora da Assunção.

É uma igreja moderna inaugurada em 26 de Maio de 1968 que ostenta linhas contemporâneas e uma imponente torre sineira. Esta igreja foi construída de raiz pois a antiga igreja matriz (Igreja da Misericórdia) era muito pequena para albergar todas as pessoas que queriam assistir ás celebrações religiosas. Esta obra demorou para ser inaugurada quase um século após a primeira tentativa de construção e durante a última década desta espera, houve uma muita polémica sobre a sua localização e arquitectura.
O projecto foi da responsabilidade dos arquitectos José Bruschy e José Zuquete.
No exterior da igreja encontram-se várias inscrições elogiando a dedicação que o Padre Armando Delgado Marques prestou à construção do templo e à animação da comunidade. Armando Marques nasceu em 1928 na Benedita e chega a Rio Maior em 1960 com a missão de dinamizar a construção da nova igreja. Desenvolveu importante acção social em Rio Maior sendo também professor na Escola Comercial e no Externato Riomaiorense. Em 1981 foi destacado para a paróquia do Entroncamento, incumbido pelo Bispo de Santarém da tarefa de construir aí uma nova igreja.


A forma tradicional das igrejas com uma nave central e capelas laterais foi substituída por uma nave única ampla, com forma octogonal o que permite uma maior visibilidade e proximidade de todos os crentes ao altar. A capacidade máxima da igreja é de 3 mil pessoas com mil lugares sentados.






Em evidência encontra-se a tapeçaria que está na parede central do Presbitério que representa Cristo Ressuscitado estendendo as mãos a Adão e Eva. Esta obra de João Marcos foi inspirada num texto do século IV, ‘Leituras de Sábado Santo’.


No adro da igreja existe um Pelourinho, datado de 21 de Novembro de 1940 e mandado construir pela Juventude Antoniana, Câmara Municipal e Povo. Em 1940 houve a preocupação de restaurar o orgulho português e um pouco por todo o país ergueram-se monumentos deste tipo ou aproveitaram-se outros já existentes onde se inscreveram as três datas: 1140, 1640 e 1940 (Data da Fundação de Portugal, data da Restauração e data da Comemoração).


Como curiosidade, a Igreja foi construída no local em que se pensa ter existido um antigo castelo mourisco.
Também como curiosidade, em 1875 a obra para a construção da igreja foi orçada em 5 contos de réis, em que os paroquianos ofereceram 1 conto.

Imagem da Igreja, pouco tempo após a sua construção:

Imagem nocturna:
 

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Formação Prismática de Basalto em Portela da Teira

As Formações Prismáticas de Basalto podem ser encontradas na localidade da Portela da Teira. Os prismas estão muito bem definidos e o conjunto é uma autêntica maravilha da natureza.
A formação das colunas prismáticas ocorre durante o arrefecimento da lava expelida por um vulcão. Quando a lava arrefece a tensão provocada pela contracção térmica excede a resistência da rocha à tracção, originando a fracturação. A formação de prismas pentagonais ou hexagonais é motivada pela estabilidade destas geometrias em condições de ruptura de uma superfície.
O basalto é uma rocha eruptiva, de granulação fina em que os cristais não são vistos à vista desarmada, possui normalmente uma côr escura acentuada. Geralmente aparece em grandes extensões denominadas por ‘rios de lava’.
Em Portugal podem-se encontrar formações semelhantes na Ilha de Santa Maria nos Açores e no Penedo de Lexim na região de Lisboa. A disjunção prismática mais conhecida é a ‘Calçada dos Gigantes’ que se encontra na costa nordeste da Irlanda.




Infelizmente esta formação prismática é uma fachada pois todo o morro foi esventrado por efeito da acção extractiva de uma pedreira que existe nas traseiras desta formação. Esta actividade delapidou uma zona que poderia ser um importante centro de estudos geológicos e turístico, podendo mesmo colocar em risco a estabilidade das actuais formações prismáticas. Perto deste local havia uma fonte que devido à actividade da pedreira secou e ficou destruída e embora tenha sido substituída por uma nova que se encontra mesmo ao lado o mal já foi feito.


sábado, 20 de fevereiro de 2010

Junta de Freguesia de São Sebastião

Ficam hoje aqui as imagens da Junta de Freguesia de São Sebastião, cuja inauguração ocorreu no dia 10 de Junho de 1989.
A Freguesia de São Sebastião foi criada em 16 de Maio de 1984, sendo desanexada da freguesia de Fráguas. A Freguesia situa-se a nordeste de Rio Maior, ocupa uma área de 15,48km2 e em 2001 possuía 564 habitantes.
Anteriormente esta povoação designava-se por 'Cabos' por ser a última povoação para quem vinha do antigo concelho de Alcanede em direcção a Rio Maior, logo ficava no 'cabo' do concelho de Alcanede.
A principal actividade económica da freguesia é a agricultura (nomeadamente a olivicultura), mas a exploração florestal, pecuária e indústria de mármores são também importantes.



 

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Casa da Muda em Rio Maior - Mala-Posta



No século XVIII foi construída a estrada real D. Maria I, seguindo em grande parte do seu percurso o traçado de uma antiga via romana. Esta estrada veio facilitar os acessos à região, o escoamento de produtos e a passagem da mala-posta.
O nome ‘mala-posta’ faz referência à antiga diligência para transporte de malas postais e passageiros.
Um dos pontos de muda da mala-posta era no Alto da Serra. A ‘casa da muda’ como hoje é conhecida e construida em 1737, servia de apoio aos distribuidores de correio e viajantes que para além da natural muda de cavalos também permitia aos viajantes comer e pernoitar.
A mala-posta surge em Portugal com a extinção do Ofício do Correio-Mor e a partir do alvará intitulado ‘Instrução para Estabelecimento das Diligências entre Lisboa e Coimbra’. Assim em 1798 começam as primeiras carreiras, inicialmente entre Lisboa (Carregado) e Coimbra e a partir de meados do século XIX alargadas até ao Porto.
Mesmo aliando o transporte de correio ao de passageiros a actividade era muito dispendiosa e teve várias interrupções. A mala-posta entre Lisboa e Porto acabou em 1864 com a chegada do comboio a vapor à cidade Invicta.

No largo adjacente à Casa da Muda existe um marco que lembra a visita ao Alto da Serra efectuada por Marcelo Caetano em 11 de Setembro de 1973.
De referir ainda que parte da Casa da Muda foi restaurada com o apoio do projecto LEADER entre 1990 e 1993.

A imagem antiga foi retirada do Blogue ‘Fred’ em

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Casa Senhorial D'el Rei D. Miguel - Casa da Cultura João Ferreira da Maia

Casa Senhorial D'el Rei D. Miguel - Casa da Cultura João Ferreira da Maia.





A Casa Senhorial D’el Rei D. Miguel está situada na rua Serpa Pinto em Rio Maior. No século XVI era esta a área preferida pelos mais ricos para construir as suas casas. O período de maior esplendor da casa foi durante a segunda metade do século XVII.
O piso superior era destinado à área residencial, possuindo uma capela privativa e o piso térreo destinado aos animais, arrumos e cozinha.
Neste local foram encontrados vestígios das diversas ocupações que o espaço foi tendo desde o tempo dos romanos, como, restos de fornos romanos, um silo aparentemente medieval, restos de uma casa medieval do século XV, os restos de uma criança enterrada ainda sem data confirmada e restos de uma alfaiataria do século XIX.
O nome da casa senhorial vem do facto de se pensar que aqui terá residido por alguns dias D. Miguel nas vésperas da Batalha de Almoster (ocorreu a 18 de Fevereiro de 1834), quando Portugal vivia em guerra civil (Guerra entre os liberais e os absolutistas) e Santarém era o fulcro dessa guerra pois era aqui que a facção miguelista (absolutistas) exercia um maior poder. Devido a esta mesma guerra o morgado Joaquim Maria (capitão das milícias de Rio Maior e partidário absolutista) proprietário da casa teve que se exilar pois os liberais ganharam a guerra. Ficaram na casa um irmão e duas irmãs muito jovens do morgado. A última das irmãs acabou por falecer por volta de 1922.



Apesar de todo o esplendor que a casa possuiu esteve em ruínas até final do século passado. No entanto a casa reabre com toda a sua dignidade em Maio de 2002 após obras profundas e passa-se a chamar ‘Casa da Cultura João Ferreira da Maia’ em homenagem a este ilustre autarca que nasceu a 14 de Fevereiro de 1882 e faleceu a 9 de Outubro de 1958. João Ferreira da Maia foi presidente da câmara municipal de Rio Maior, sendo várias as obras que lhe são atribuídas e notório o incentivo que deu à vida associativa do concelho. João Ferreira da Maia era o dono da casa senhorial e doou esta ao município a qual foi entregue por mãos do seu filho o Dr. João Afonso Calado da Maia.

O edifício compreende hoje duas zonas:
A Casa Senhorial com um espaço de exposições no primeiro piso, o qual actualmente possui uma amostra do espólio encontrado na ‘villa romana’. Pertence a esta zona a área de entrada e a interligação com os diversos compartimentos.
A Casa da Cultura João Ferreira da Maia com uma sala de exposições no piso térreo e no primeiro piso uma sala de reuniões e vários gabinetes.



Infelizmente nem tudo tem um final feliz. Um dos principais interesses históricos do edifício eram os tectos de madeira pintada. Os tectos foram retirados para restauro, mas ainda se encontram num armazém da câmara municipal e o motivo reside no facto de durante as obras se terem mexido em algumas paredes e agora estes tectos já não caberem nos locais de onde foram retirados. Espero que se encontre uma solução para este precalço de modo a não termos que lamentar mais esta perda no nosso património.

Esta casa também tem uma lenda:
Segundo consta, o rei D. Miguel, quando se alojou nesta casa para a batalha de Almoster, em 1834, num ato de nervosismo deu um murro numa janela enquanto dava ordens, partindo esta. Durante cerca de 100 anos o vidro continuou partido sem ninguém o substituir pois tinha sido partido por El-rei e isso era motivo de orgulho. Resta referir que nessa luta entre liberais e absolutistas o rei D. Miguel perdeu a batalha e talvez o vidro partido tenha sido um mau prenúncio. 



História da casa.
Esta casa apresenta vestígios de idades tão tardias como a época romana. No entanto o edifício atual é originário de sucessivas alterações de uma construção com cédula do início do século XVIII.
Entre 1760 e 1770 o edifício foi reformulado e ampliado.
Entre 1760 e 1770, aproveitando um alpendre, constrói-se um corpo lateral para servir como capela/oratório, passando o acesso principal do edifício a fazer-se pelo topo Sul.
Nas traseiras do edifício é construída uma cozinha e uma zona de arrumos no rés-do-chão. No topo Sul, é construída uma nova sala no 1º andar.
No início do século XIX é duplicada a área de construção com a edificação de uma nova ala a Norte. Para a ligação deste novo edifício, a capela perdeu o telhado de duas águas com um óculo para iluminar o altar, passando a possuir um simples telhado e uma só água.
Ao longo do século XX realizaram-se obras que desrespeitaram a fisionomia inicial da casa. A cozinha do século XVIII foi demolida, bem como uma parede traseira, para se ampliar novamente o edifício de modo a acomodar uma cozinha no primeiro andar.
Na segunda metade do século XX é construída uma casa de banho no primeiro andar e são alteradas as coberturas.

Com a obras de restauro realizadas no final do século XX e inauguradas em 2002, realizaram-se também trabalhos arqueológicos na área do rés-do-chão.
Sala 1.

A última utilização que este espaço teve foi como depósito e venda de produtos agrícolas.
Com as escavações surgiu um vasto espólio que tornou claro o uso deste espaço no passado como alfaiataria.
Sala 2 (contígua à sala 1).
A última utilização desta sala, foi como loja de flores, mas também já tinha sido usada como gabinete de desenho.
Com as escavações apareceram vestígios da alfaiataria, mas também de tijoleiras romanas.
No centro da sala foi descoberta um enterramento de uma criança com idade compreendida entre os 2 e os 3 anos. Este enterramento pode ser devido à casa se ter expandido na direção da igreja vizinha.
Sala 3 (contígua à sala 2).
Existe referências ao uso desta sala como peixaria.
Com as escavações descobriram-se mais tijoleiras romanas, bem como uma moeda também romana (época de Constâncio César, de 350 a 360 d.C.).
Na sala foi descoberto um silo medieval usado posteriormente como fossa.
Foi descoberto um enterramento de um adulto, também muito provavelmente devido à proximidade da igreja vizinha.
Sala 4.
Esta sala estava a ser usada como cozinha.
Sala 5.
A última utilização foi como área de arrumos, mas anteriormente serviu de curral para cabras.
Com as escavações, identificaram-se uma série de muros que correspondem a diversas reorganizações que a casa sofreu. Numas das fundações descobriu-se um Ceitil de D. Afonso V, datando assim parte da casa no século XV.
Pátio.
O pátio encontrava-se tapado por cimento e com as escavações verificou-se que este foi usado como lixeira durante a ocupação da casa, permitindo deste modo fazer um retrato da vida quotidiana das diversas gerações que aqui viveram.


As imagens antigas existentes neste artigo, foram retiradas de várias publicações residentes na Internet.



Pode saber mais sobre os paineis de madeira pintados, em:
Pode saber mais sobre a exposição permanente sobre a Villa Romana, em: