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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Censos 2011

Foram recentemente publicados os resultados preliminares dos censos 2011 realizados em Portugal.

Os resultados podem ser consultados em:

Em Portugal temos uma população residente de 10.555.853 pessoas dos quais 47,86% são sexo masculino e 52,14% do sexo feminino.
Os residentes em Portugal estão divididos por 4.079.577 famílias com uma dimensão média de 2,6 elementos.
Existem 5.879.845 alojamentos, em 3.550.823 edifícios, o que dá uma média de 1,7 alojamentos por edifício em Portugal.

Em Rio Maior temos uma população residente de 21.231 pessoas dos quais 48,62% são sexo masculino e 51,38% do sexo feminino.
Os residentes em Rio Maior estão divididos por 8.371 famílias com uma dimensão média de 2,5 elementos.
Existem 12.583 alojamentos, em 9.836 edifícios, o que dá uma média de 1,3 alojamentos por edifício em Rio Maior.
 
Em resumo, Rio Maior em relação a Portugal tem:
0,20% da População;
0,21% das Famílias;
0,21% dos Alojamentos;
0,28% dos Edifícios.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Casa Carlos Barbosa em Rio Maior

A casa Carlos Barbosa faz parte dos 12 edifícios inventariados pela Ordem dos Arquitectos no seu ‘Inquérito em Portugal no Século XX’.

A casa está localizada na Avenida dos Combatentes na zona de início da Rua Dom Afonso Henriques.
O projecto é de Mário Gomes Fontes e a casa foi edificada na década de 60 na então nova artéria criada para servir de variante à Estrada Nacional 1.

domingo, 23 de outubro de 2011

Casa Francisco Barbosa em Rio Maior

Casa Francisco Barbosa.


 
Esta casa particular, fica situada na Rua Latino Coelho.
A moradia foi projectada pelo arquitecto Alcino Soutinho entre 1969 e 1972 para a família do Dr. Francisco Barbosa.
Estou a referir este edifício, pois faz parte dos 12 edifícios referenciados em Rio Maior no ‘Inquérito à Arquitectura em Portugal no Século XX’, promovido pela Ordem dos Arquitectos.

 
A casa Francisco Barbosa insere-se num lote de gaveto (esquina da R. Latino Coelho com a R. Marquês de Rio Maior) e está organizada em torno de um pátio interior.
O arquitecto respeitando a características do lugar, conseguiu dar ao edifício formado por volumes cegos uma modulação orgânica.

Alcino Soutinho (Alcino Peixoto de Castro Soutinho), nasceu a 25 de Dezembro de 1930 em Vila Nova de Gaia e é um famoso arquitecto português, reconhecido tanto nacional como internacionalmente e apoiando-se nos modelos puristas do Movimento Moderno.


Fica de seguida um pequeno resumo da vida de Alcino Soutinho retirado da Wikipédia.
‘Formado pela Escola Superior de Belas-Artes do Porto em 1957, ano em que inicia a sua actividade como arquitecto em regime livre, Alcino Soutinho usufruiu de uma bolsa concedida pela Fundação Calouste Gulbenkian, em 1961, para continuação dos estudos em investigação sobre Museologia em Itália. Aí pôde contactar com vários arquitectos italianos que o influenciaram no início da sua carreira. Paralelamente, trabalhou na Fundação das Caixas da Previdência, onde elaborou vários conjuntos de habitação económica no Norte de Portugal, até 1971.
Foi docente da Escola Superior de Belas-Artes do Porto, a partir de 1973 e, mais tarde, da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto.
O seu projecto para o novo edifício do Museu Amadeo de Souza-Cardoso em Amarante, de 1977, trouxe-lhe reconhecimento internacional e, em 1982, recebeu o prémio "Europa Nostra" pela obra de recuperação do Castelo de Vila Nova de Cerveira e sua adaptação para pousada, a Pousada de D. Dinis. Em 1984 foi-lhe atribuído o prémio da Associação Internacional dos Críticos de Arte. Contudo, é com a obra dos novos Paços do Concelho de Matosinhos, concluída em 1987, que obtém consagração nacional e internacional’

Pode saber mais sobre o Dr. Francisco Barbosa através da estatua erigida em sua memória no Jardim Municipal de Rio Maior em:
Pode saber mais sobre a obra de Alcino Soutinho em:

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Placa Informativa - Direcção Marinhas do Sal


Na rua 5 de Outubro, mesmo junto à Praça da República, existe esta antiga placa de azulejos a convidar os visitantes a irem às Marinhas do Sal.
Actualmente já perdeu a sua função, passando despercebida. Continua no entanto a mostrar a todos a direcção do ex-líbris de Rio Maior.
Pode saber mais sobre as Marinhas do Sal em:
http://rio-maior-cidadania.blogspot.com/2010/06/salinas-de-rio-maior.html

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Antigo Moinho em Arrouquelas.

Na rua Dr. João calado Maia, em Arrouquelas, na zona da descida para a Igreja, já existiu um grande moinho de vento.

Este moinho, pertença de Laura Marques servia para moer cereais e ainda para produzir energia eléctrica pois tinha acoplado um pequeno gerador.
Em meados da década de 80 o moinho de ferro foi vendido (embora aparentemente não tenha voltado a ser montado) e o edifício reconstruído para servir como habitação.
O novo edifício continua no mesmo local e ainda se conseguem identificar as marcas da construção original.


As mós colocadas junto à habitação lembram a todos os que por ali passam as origens deste local.

Gostaria de agradecer à D. Laura a autorização que deu para exibir a fotografia do moinho.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Igreja Adventista do Sétimo Dia

Na localidade de Cabeça Gorda, em São João da Ribeira existe uma Igreja Adventista do Sétimo Dia.
Em Rio Maior há espaço para a livre e sadia convivência entre as várias religiões.


 
‘A Igreja Adventista do Sétimo dia é uma denominação cristã, que se distingue pela observância do sábado, o sétimo dia da semana judaico-cristã (sabbath) e por sua ênfase na eminente segunda vinda de Jesus Cristo. A igreja surgiu a partir do Movimento Milerita nos Estados Unidos, durante a primeira metade do século XIX, sendo formalmente criada em 1863. Entre seus pioneiros está Ellen White, cujos escritos são tidos pelos adventistas como inspirados por Deus.’
Esta informação foi retirada da Wikipédia em:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Adventista_do_S%C3%A9timo_Dia


No Blog 'Espaço Esperança, Vida e Saúde', faz-se um resumo histórico deste movimento no Mundo e em particular em Portugal, em:
http://espacoesperancavidaesaude.bloguepessoal.com/r4798/Noticias/
De reter neste artigo que em 1937, o pastor Alfred Rieck, secretário da Conferência Geral, veio para Portugal e estabeleceu várias Igrejas no país, sendo que uma delas foi na Cabeça Gorda.

domingo, 16 de outubro de 2011

Fonte em Carvalhais.


Esta fonte situa-se no largo que contém a capela de S. Gregório e a Associação Cultural, Recreativa e Desportiva de Carvalhais.
Como curiosidade, foi inaugurada a 29 de Maio de 1988, exactamente a mesma data em que foi inaugurado o edifício actual da Junta de Freguesia de Fráguas.

sábado, 15 de outubro de 2011

Ribeira de São Gregório em Rio Maior

Ribeira de São Gregório.
 
A Ribeira de São Gregório, nasce para os lados de Teira, embora tenha muitas pequenas nascentes que a alimentam ao longo do seu percurso. Na zona da Fonte da Bica (Salinas) também existem vários pontos de água que convergem para esta ribeira.
Desde que a Ribeira de S. Grgório entra na zona da cidade de Rio Maior, segue quase sempre numa vala de betão. Esta entrada faz-se atravessando a Av. Dr. Mário Soares, entre o Estádio Municipal e as Piscinas. Passa junto à Av. Paulo VI, na zona do Centro de Estágios e Formação Desportiva. Acompanha a Rua Poeta Ruy Belo, atravessando a Av. Dr. João Calado da Maia junto ao Jardim Municipal. Passa pelas traseiras do Tribunal e da Igreja Matriz, acabando por se encontrar com o Rio Maior nas traseiras dos edifícios Varandas do Rio.


 Foto da zona em que o Rio Maior recebe a Ribeira de São Gregório:
 
A Ribeira cedeu o seu nome à Urbanização de S. Gregório que se encontra junta a esta, mesmo antes de entrar na zona do Jardim Municipal e que foi construída pela empresa SOCORIL em 1992. Por coincidência, o empreendimento Varandas do Rio, também foi construído pela empresa SOCORIL, mas inaugurado em 11 de Junho de 2003.

 
As margens da ribeira têm sido alvo de vários projectos de requalificação de modo a tornarem a sua existência mais prática (criação de passeios pedonais, ciclovia, locais para estacionamento) e mais bonita com a introdução de vegetação.


Apesar do baixo caudal de água que normalmente flui pela vala da ribeira, existem pessoas que a confundem com o Rio Maior, pois a cidade infelizmente tornou o seu rio invisível, apesar de este a atravessar.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Dr. João Afonso Calado da Maia

Faleceu hoje, Calado da Maia.
Quero começar por apresentar as minhas condolências à família e amigos mais chegados.
 
João Afonso Calado da Maia foi uma das mais notáveis figuras públicas riomaiorenses do século XX, sendo Presidente da Câmara Municipal de Rio Maior durante 11 anos e exerceu diversas outras funções sociais, culturais, económicas, associativas e públicas na nossa terra.
 
Breve resumo biográfico do Dr. Maia.

Nasceu a 8 de Novembro de 1917 em São Martinho, Sintra. Filho de João Ferreira da Maia, também antigo Presidente da Câmara Municipal de Rio Maior.
Licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa em 1942.
Exerceu a profissão de Advogado até 1958.
Em 1958 passou a exercer as funções de Notário na Batalha.
Em 1960 mudou-se para Rio Maior, também como Notário.
Em 1960 foi igualmente Vogal da Comissão Distrital de Santarém da União Nacional.
Em 1966 foi Presidente da Comissão Distrital de Santarém da União Nacional.
Em 1971 foi Presidente da Comissão de Distrito da Acção Nacional Popular de Santarém.
Delegado Municipal da Mocidade Portuguesa em Rio Maior.
Presidente da Câmara Municipal de Rio Maior durante 11 anos. Durante os seus mandatos preocupou-se com a criação de infra-estruturas vitais à região, como o desenvolvimento da rede viária, o abastecimento de água e a ampliação da rede eléctrica.
Vogal do Conselho Municipal de Rio Maior.
Presidente do Grémio da Lavoura de Rio Maior.
Secretário do Conselho Geral da Corporação da Assistência.
Em 1973/74 foi parlamentar na XI Legislatura pelo círculo de Santarém fazendo parte da Comissão ‘Política e Administração Geral e Local’
Fez parte da primeira Direcção da Cooperativa Agrícola dos Produtores de Sal de Rio Maior, formada a 9 de Junho de 1979 como Presidente.
Fundou o Círculo Cultural de Rio Maior – Coral e Orquestra Típica.
Fundou a Cooperativa dos produtores de Carnes e Ovos.
Fundou a Adega Cooperativa de Rio Maior.
Fundou a Conferência de S. Vicente de Paulo.
Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Rio Maior desde 1956 até Dezembro de 2009. Esteve ausente durante apenas um mandato (de 1976 a 1978) por discordar com a nacionalização dos hospitais realizada em 1975.
Membro da Comissão Coordenadora das Actividades Médico-Sociais (representante das Misericórdias do Distrito de Santarém);
Recebeu a Comenda de Grão-Mestre da Ordem Internacional do Benemérito das Misericórdias.


As fotografias de Calado da Maia neste artigo, foram retiradas de vários locais da Internet.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Quadro de Mérito 2010/2011 do Agrupamento de Escolas Marinhas do Sal

 
O Agrupamento de Escolas Marinhas de Sal, realizou nesta noite a cerimónia Quadro de Mérito 2010/2011.
A Cerimónia realizou-se no cineteatro de Rio Maior.
A existência de um quadro de mérito permite reconhecer e valorizar o mérito, a dedicação e o esforço no trabalho e desempenho escolar dos alunos. Quando bem feita, a distinção por mérito pode servir como elemento catalisador e motivador para os alunos conseguirem atingir melhores resultados e com isso uma maior satisfação pessoal com o seu desempenho.
Nesta noite, a cerimónia foi acima de tudo uma festa que permitiu aproximar alunos, professores e pais.
Estão de parabéns os organizadores.





domingo, 9 de outubro de 2011

Rotunda na Avenida dos Combatentes em Rio Maior.

Entroncamento / Rotunda entre a Avenida dos Combatentes e a Rua Dom Afonso Henriques.
 
Este entroncamento que recentemente foi transformado em rotunda possui no seu centro uma pirâmide de sal feita em calçada portuguesa.
Neste enfeite simples, mas ao mesmo tempo bonito, foi feito o brasão do Município de Rio Maior também em calçada nas duas vertentes do ‘monte de sal’.

sábado, 8 de outubro de 2011

Circo Chen em Rio Maior

O circo desceu à cidade e neste fim-de-semana pode ser apreciado em Rio Maior, na zona do Gato Preto.
Desta vez, a arte circense cabe ser mostrada pela companhia Circo Chen.
É uma boa oportunidade de passar uns bons momentos a observar animais bem tratados, malabaristas, equilibristas, palhaços e muito mais.
E a melhor forma de apoiar o circo é visitando-o.








quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Lavadouro Público em Arrouquelas

O Lavadouro Público em Arrouquelas, encontra-se junto à Fonte do Pote e ao poço que lhe daria água.
O lavadouro foi construído em 1985, mas inaugurado somente três anos depois a 10 de Dezembro de 1988.
Este lavadouro, como a maior parte dos que existem hoje em dia em Portugal, já não são usados pois a água canalizada e a melhoria das condições de vida da maioria das pessoas veio-lhes tirar grande parte da sua utilidade. No entanto ainda aí estão como marco de um passado recente.


segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Mina de Giz em Rio Maior

Antiga Mina do Giz em Rio Maior.



A popularmente conhecida como mina do giz foi de facto uma mina de diatomite.
A atividade de extração de diatomite da responsabilidade da EICEL era realizada no sítio do Album. Isto permitiu tirar melhor partido do minério existente no jazigo do Espadanal que era formado por camadas intercaladas de lignite e diatomite.
A extração de diatomite desenvolveu-se por escavação em céu aberto, mas também através da abertura de galerias.  Na zona central do jazigo, a diatomite atinge uma perfundidade de 60 metros.
Em 1936 a diatomite de Rio Maior já era vendida como produto de limpeza, como mostra o anúncio colocado na imprensa regional.

Até há pouco tempo ainda eram visíveis as ruinas dos quatro edifícios construídos para possibilitar a lavra e processamento deste minério com as funções de armazenagem, moagem e calcinação (fornos).
Em 2008 os edifícios foram demolidos o terreno terraplanado de modo a nele ser instalado os estaleiros da Câmara Municipal de Rio Maior (anteriormente localizados nos edifícios da mina do Espadanal). Os estaleiros começaram a funcionar nestas instalações em Maio de 2009. As instalações na Rua dos Bogalhos dispõem de áreas para as obras municipais, serralharia, carpintaria, pintura, sinalética, mecânica e também para o sector de água e saneamento. Possui igualmente espaços de apoio aos funcionários, como escritórios, refeitório e balneários.


Para este local também esteve em estudo a instalação de uma Central Termoeléctrica, embora tenha recebido o parecer negativo por parte da Câmara Municipal.
Apesar da tentativa de se apagar de forma definitiva este vestígio da história industrial recente de Rio Maior, a diatomite ainda é visível, bem como restos dos antigos edifícios. A entrada para as galerias foi tapada.



Diatomite ou diatomito é uma rocha organogenética sedimentar pouco densa, muito porosa e absorvente, formada pela precipitação das carapaças das diatomáceas. Possui um ponto de fusão alto (entre 1400ºC e 1650ºC), é insolúvel em ácidos (excepto o ácido fluorídrico), é solúvel em bases fortes e absorve 4 vezes o seu peso em água.
Esta rocha de cor branca, acinzentada ou amarelada tem um grão muito fino e é usada como:
- Agente filtrante, devido à sua alta permeabilidade e capacidade de retenção da parte sólida.
- Isolante, devido a possuir baixa condutividade térmica pois tem células cheias de ar contidas nas carapaças das diatomáceas.
- Absorvente, em inseticida, catalisadores e pilhas eléctricas. Para absorver a nitroglicerina no fabrico da dinamite.
- Elemento farmacêutico na elaboração de pastas de dentes e excipientes para pílulas.
- Material abrasivo para líquidos, pastas de limpeza e para polir metais, azulejos, vidros, …
- Matéria-prima silicosa na fabricação de silicato de cálcio e silicato de sódio e de materiais insonorizantes.
- Controlo de insectos, na agricultura usando diatomite em pó nos armazéns. A diatomite causa danos à cutícula dos insetos.
- Pista para detectar petróleo pois a diatomite serve como marcador preciso do tempo geológico da rocha.
- Como elemento de construção, usando tijolos de diatomite.

As diatomáceas pertencem ao reino vegetal e estão incluídas no grupo das algas. Estes seres microscópicos foram durante muito tempo classificados como animais e só no final do século XVII é que passaram a ser considerados como vegetais.
A diatomite forma-se, como já foi referido pela precipitação das carapaças das diatomáceas. Uma vez mortas as diatomáceas,a matéria orgânica decompõem-se e as frústulas (carapaças) depositam-se no fundo da água, formando grandes depósitos siliciosos. Este é um processo contínuo o que leva à formação de enormes depósitos. Se as águas forem calmas e puras, o depósito é constituído por camadas uniformes, mas se as águas forem agitadas as diatomáceas aparecem misturadas com detritos e argila o que leva ao depósito passar da cor branca para um cinzento mais escuro.
Em Rio Maior a diatomite é homogénea e possui uma coloração clara sendo que a idade da sua formação é do fim do Pliocénico médio ao princípio do Pliocénico superior (O Plioceno é a última época do antigo período Terciário da era Cenozoica e está compreendido entre cerca de 5 e 2 milhões de anos atrás).
O primeiro grande estudo sobre os depósitos de diatomáceas em Portugal foi realizado por Alfredo Andrade da Silva em 1946. Anteriormente só tinham havido uns trabalhos de F. Chaves na ilha de S. Miguel e de P. Lefébure em Rio Maior.
Diatomáceas Fósseis de Portugal
- Jazigo de Rio-Maior, Óbidos e Alpiarça –
Por Alfredo Andrade da Silva, Assistente da Faculdade de Ciência da Universidade do Porto.
Boletim da Sociedade Geológica de Portugal, Vol. VI, Fasc.I-II, 1946.