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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Fonte dos Carvalhos em Ribeira de S. João


Em Ribeira de São João, existe a Fonte dos Carvalhos.
No pano de fundo existe um painel de azulejos já gasto, de cor azul e com formato geométrico.
A água sai por duas bicas.


Esta fonte foi remodelada em 2014. Pode conferir a sua situação em:
http://rio-maior-cidadania.blogspot.pt/2015/03/fonte-dos-carvalhos-remodelada.html

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Cemitério em Ribeira de São João

 
O cemitério foi construído pela Comissão de Festas e contou com a ajuda de todo o povo da Ribeira de São João.
A obra ficou concluída a 29 de Abril de 1972.


domingo, 17 de fevereiro de 2013

Depósito de Água em Casais da Memória

Em Arco da Memória, existe um depósito de água com ameias.
Este depósito foi inaugurado em 1 de Novembro de 1980, pelo presidente da Câmara Municipal de Rio Maior, Manuel Sequeira Nobre, com o auxílio da Comissão de Melhoramentos dos Casais da Memória.

Neste local que terá existido o Arco da Memória, cuja réplica foi construída uns metros mais abaixo.



Pode saber mais sobre o Arco da Memória em:

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Fonte em Anteporta, Rio Maior


 
Junto à estrada principal, Rua Dr. Calado da Maia, encontra-se esta fonte.
Como a estrada é estreita nesta zona, é difícil aos condutores repararem na fonte que se insere numa área verde.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Corso Carnavalesco em Arrouquelas

Um pouco por todas as terras de Portugal se brinca ao carnaval na 3ª feira, independentemente de ser feriado ou não.

Em Arrouquelas a tradição manteve-se e mesmo que em formato reduzido o corso carnavalesco saiu à rua. O que é necessário é um grupo de foliões e boa disposição.




 
No final, as pessoas juntaram-se junto à associação ARCA para ouvir os versos que os participantes recitam e continuarem a festa.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Rio Maior em 1867

Podemos fazer um retrato da situação de Rio Maior em meados do século XIX, por um livro editado pela Imprensa Nacional de 1869, com o título “Collecção dos Relatorios das Visitas Feitas aos Districtos pelos Respecticos Governadores Civis em Virtude da Portaria de 1 de Agosto de 1866”.
 
A imagem representa trajos de Lisboa em 1859.
 
Pelo distrito de Santarém, relatou em 25 de Fevereiro de 1867 o governador civil, João Read da Costa Cabral.
Sobre Rio Maior está escrito o seguinte:
“Concelho de Rio Maior
Este Concelho, comquanto tenha uma area bastante grande, todavia é pobre em pessoal e material, sendo causa d’esta ultima parte não tanto a esterilidade do seu solo como a falta de vias de communicação, pois não tem nenhuma estrada por onde possa com facilidade exportar os seus productos, que aliás ainda são de alguma importancia e muito sobram do consumo concelhio : taes são o bellissimo sal produzido pelas suas salinas, alimentadas pela agua salgada tirada de um poço aberto no meio de uma charneca, que é uma das maravilhas da natureza n’aquelle sitio ; magnificas madeiras que pela difficuldade do transporte não podem concorrer ao mercado, afóra os cereaes e outros productos agricolas que ainda são em maior quantidade do que a necessaria para o consumo e que se tornariam recommendaveis pela sua boa qualidade, como o vinho, as fructas, etc., o que tudo ali fica estagnado. Possa pois o governo auxiliar este concelho com boas estradas districtaes, que se me afigura que o thesouro muito lucrará como o augmento da receita que ha de auferir aos cofres publicos, porquanto a agricultura, o commercio e a industria hão de ali tomar grande incremento.
Examinando a escripturação da camara encontrei-a em mau estado, o que é devido á falta de intelligencia do seu respectivo escrivão e mesmo dos presidentes que ali téem servido, comquando animados dos melhores desejos, devendo confessar que reputo o escrivão homem probo. A escripturação da administração do concelho estava mais regular, devido esto á intelligencia e dedicação do administrador, que então era o bacharel José da Fonseca e Silva Garcez, que hoje exerce igual cargo no concelho do Cartaxo.
Na villa de Rio Maior não ha hospital, a irmandade da misericordia porém tem um pequeno albergue onde recolhe os pobres que por aquella villa vão em direcção ás Caldas da Rainha, que são em grande numero, especialmente nos mezes de maio a agosto. O albergue de que fallo não tem nenhuma condição hygienica ; collocado em uma casa velha, sem ventilação, tem apenas uma tarimba onde os pobres e doentes descansam o tempo que ali se demoram, valendo-lhes a benignidade da estação, porque se houvessem de ali soffrer os rigores de uma noite de inverno, julgo que a maxima parte seriam cadaveres no dia seguinte. No entanto os actuaes mesarios da misericordia procuram melhorar as tristes condições d’este albergue, applicando para este fim algumas sobras da irmandade e promovendo donativos dos habitantes caridosos do concelho para supprimento da despeza que não poder effectuar-se pelas forças do cofre da misericordia.
Muitas são as necessidades d’este concelho, porém as que considero mais urgentes são as que vou enumerar:
1ª A construcção da ponte sobre o rio que fica ao sul da villa de Rio Maior;
2ª O acabamento da canalisação de agua para o chafariz que n’aquella villa foi mandado fazer pelo governo;
3ª Continuação da estrada que d’aquella villa vem para Santarem, bifurcando-se, se tanto for possivel, um ramal para o Cartaxo;
4ª A factura de uma estrada que ligue Rio Maior com Alcobaça, com a qual muito utilisarão alem dos povos d’estes dois concelhos muitos outros d’aquellas localidades;
5ª Limpeza das areias da ribeira do Outeiro, expropriando o assude que se acha ao fundo da mesma ribeira, que tem sido causa de se estragarem as ferteis terras que ali ha.
Dotado pois d’estes melhoramentos, o concelho de Rio Maior poderá no futuro ser um dos primeiros concelhos do districto.”
Um pouco mais à frente, nas tabelas de resumo, pode-se ter uma noção do número de pobres que havia em Rio Maior. Em Rio Maior haviam 14 pobres dos quais 8 se dedicavam à mendicidade (No distrito de Santarém haviam 1.565, dos quais 995 exerciam a mendicidade).

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Fontanário de Calhariz


O Fontanário de Calhariz sofreu obras de requalificação em 2012.
Pode ver um artigo sobre esta fonte em: 

Hoje ao passar por lá vi que o bonito painel de azulejos alusivo à Nossa Senhora das Angústias foi substituído por outro.
Claro que a arte não se discute, a já falta de alguns azulejos pode ser desculpável, o remate do friso não ser coerente pode ser devido a um equivoco, as estrelas deveriam estar a formar uma coroa em vez de pairarem no ar é um pormenor, mas...
Para não ferir suscetibilidades, só me resta dizer que, não havia necessidade.

Este era o painel de azulejos em Janeiro de 2013.

Este é o atual painel de azulejos.








sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Fonte da Azinheira


Esta fonte foi construída na década de 1940, na mesma altura em que a estrada Rio Maior, Azinheira, também foi construída.
A fonte de Azinheira possui um grande tanque de recolha de água e a parede traseira encontra-se revestida com azulejos geométricos de cor azul.
Fica perto da igreja de Santo António.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Estudo de 1867 para abastecer água a Lisboa


Em 1867, foi realizado um estudo por Carlos Ribeiro, da Comissão Geologica de Portugal,  editado em livro, com o título “O Abastecimento de Lisboa com aguas de nascente e aguas de rio”.
 
 
Para se ter uma ideia da necessidade de água em Lisboa, por volta de 1867, pode-se ler na página 34:
“O volume d’aguas potaveis de que Lisboa dispões, a muito custo chega no estio para as necessidades physicas dos seus habitantes. A maioria dos domicílios em Lisboa são habitados por famílias de quatro a oito pessoas. Estas são condemnadas a remir-se durante os calores estivais do nosso clima com 40 a 60 litros d’agua em cada 24 horas, ou, termo medio, com 8 litros d’agua por individuo, quando nos mezes de junho a agosto a temperatura da nossa atmosphera se eleva a 30º e 26º centigrados, e Lisboa se converte em uma verdadeira estufa!
Semelhante estado de carencia do principal elemento da vida e sem o qual não ha hygiene possivel, nem tão pouco industria nem civilisação, é assumpto em demasia grave e momentoso para preoccupar, e muito, a attenção dos homens illustrados.”
 
Na página 35, aparecem as primeiras referências aos dois rios do concelho, o Rio Maior e a Ribeira das Alcobertas:
“... Se esta vital questão tivesse sido encarada de mais alto no começo do seculo findo, e os 5:000 contos de réis que se dispenderam com as nossas, aliás monumentaes, obras das aguas livres tivessem sido empregados na acquisição e conducção para Lisboa das aguas do Tejo, do Almonda, do Alviela, das Alcobertas, ou de Rio Maior, hoje em vez das crueis sedes e das decepções por que temos passado, veriamos Lisboa dotada com abundantes aguas potaveis para seu uso, e não teriamos de preoccupar-nos com a questão do presente e do futuro abastecimento do modo por que nos vemos obrigados a fazel-o.”

 
Depois de descrever o aproveitamento das águas do Tejo, o autor passa a secrever as nascentes e a partir da página 72, pode-se ler o seguinte:
“Grandes nascentes entre Alemquer e Torres Novas. – Em geral as nascentes mui volumosas d’aguas existem de preferencia nas regiões de calcareos endurecidos, cujo relevo se levanta a altura sufficiente para desenvolver vastas superficies de apanhamento das aguas pluviaes, e poder offerecer uma derivação a essas mesmas aguas por um limitado numero de pontos, mas em volumosas massas. (...)
Isto posto, faremos agora um breve exame das condições em que se acham as aguas d’estas procedencias e que podem ser aproveitadas no abastecimento de Lisboa.
Nascente d’Alemquer. – (...)
Nascente d’Otta. – (...)
Nascente de Rio Maior. – As nascentes de Rio Maior brotam: umas em um sitio mui fragoso denominado as Bocas, e que fica entre 2 e 3 kilometros ao poentes d’aquella villa; outras a jusante d’aquele sitio. As Bocas acham-se precisament no fundo de uma estreita garganta, cortada nos calcareos jurassicos endurecidos, e cujas paredes alcantiladas não teem menos de 50 a 80 metros d’altura relativa.
Esta garganta é a unica passagem das aguas pluviaes que vém do lado d’oéste, ou antes é o ponto de confluencia de diversos valleiros que vém da região dos calcareos jurassicos que se estende para aquelle lado.
D’aquellas nascentes, as que brotam nas Bocas e em nivel mais alto, estacam desde o fim da primavera até ás primeiras aguas outonaes. As que manam para jusante da garganta e na parte onde o valle começa a alargar, conservam-se pela maior parte permanentes, sendo estas ultimas as que alimentam a ribeira durante o estio. O volume d’estas nascentesfoi por nós estimado na estiagem de novembo de 1863 em 15 mil metros cubicos por dia.
As altitudes d’estas nascentes são differentes. Segundo a Carta Chorographica a que já nos temos referido, variam entre 70 e 90 metros aproximadamente.
O valle de Rio Maior corre desde a villa d’este nome até á Boca das Tres Vallas por uns 18 a 20 kilometros, seguindo differentes rumos no quadrante suéste. Este valle é aberto nas camadas arenosas e calcareas do periodo quartenario; os seus flancos são abruptos, e o seu fundo, largo e plano, está occupado por despositos alluviaes recentes.
A Boca das Tres Vallas está situada a uns 10 kilometros a oésnoroéste de Santarem: é o ponto onde se reunem as ribeiras de Rio Maior, de Fragoas ou das Alcobertas, e d’Almoster; ponto aliás importante a considerar para a reunião de todos os aqueductos que devem trazer a Lisboa as aguas do seu principal abastecimento.
O volume das aguas a reunir em Rio Maior ainda será possivel augmental-o até 18 ou 20 mil metros cubicos diarios, explorando os valleiros que d’aquelle ponto se dirigem para Pé de Serra e para Têra, e bem assim as arenatas quaternarias que se estensem para nordéste d’aquella villa.
Deixando em Rio Maior 6 ou 7 mil metros cubicos d’aguas e tomando as restantes na altitude de 70 metros poderão os 8 ou 9 mil metros cubicos restantes chegar á Boca das Tres Vallas com 60 a 65 metros d’altitude. N’este logar poder-se-hão juntar com as aguas de drenagem e conserva obtidas da charneca que demora ao poente do valle de Rio Maior e situada na grande depressão mencionada mais acima. Para transportar estas aguas desde as suas nascentes até á Boca das Tres Vallas, é necessaria a construcção de um aqueducto de 20 kilometros de comprimento mais ou menos.
Nascente das Alcobertas. – As nascentes das Alcobertas brotam de uma assentada de calcareos argillosos do periodo jurassico, a qual se vê junto á grande parede de deslocação a que temos alludido, e em uma altitude de 110 metros aproximadamente. O seu volume foi por nós estimado em novembro de 1863 e na maior força da estiagem, em 5 mil metros cubicos diarios.
Estas aguas dão origem á ribeira das Alcobertas ou de Fragoas, a qual depois de percorrer 21 a 22 kilometros, vae entrar na Boca das Tres Vallas, tendo recebido no seu trajecto diversos pequenos tributarios com os quaes chega ali bastante engrossada. O valle d’esta ribeira é mais ou menos apertado desde as Alcobertas até aos Casaes do Alqueidão do Rei; aqui torna-se immensamente fragoso, de flancos apertados e mesmo alcantilados; para jusante da freguezia de Fragoas torna a ser menos apertado; e entrando na região dos calcareos quaternarios, converte-se em um valle estreito de flancos mui altos e abruptos, continuando assim até perto da Boca das Tres Vallas.
As aguas das Alcobertas podem ser recebidas em um aqueducto dirigido ao longo de um dos flancos do valle d’esta ribeira. Deixando n’aquelle local 2 a 3 mil metros cubicos das nascentes, será a parte restante conduzida para a Boca das Tres Vallas. Além d’este volume podem ainda adquirir-se pelo valle abaixo, 8 a 13 mil metros cubicos d’agua diarios, pela drenagem do solo da charneca entre Rio Maior e Tremez, e especialmente nos leitos das numerosas ribeiras e regatos que constituem a bacia, aliás bastante importante, da ribeira das Alcobertas. Para o transporte d’estas aguas até a Boca das Tres Vallas será necessario construir um aqueduto de 22 a 23 kilometros de comprimento.
Nascente do Alviella ou dos Olhos d’Agua. – (...)
Nascente do Almonda ou do Moinho da Fonte. – (...)
(...)
Considerações sobre os projectos para a derivação das aguas das nascentes indicadas. – Do que fica exposto vê-se que as aguas de Rio Maior podem ter um ponto de partida com 70 metros d’altitude pouco mais ou menos, e devendo percorrer um trajecto de 18 a 20 kilometros até á Boca das Tres Vallas, chegarão ali com 64 a 66 metros sobre o nivel do mar. As aguas das Alcobertas teem pouco mais ou menos 110 metros d’altitude na origem; deverão correr por um aqueducto de 21 a 22 kilometros até ao indicado ponto da Boca das Tres Vallas, e por conseguinte podem chegar ali com 100 a 105 metros d’altura sobre o mar. As dos Olhos d’Agua ou do Alviela, enfim, partindo com 60 metros de cóta e devendo percorrer um aqueducto de 45 a 48 kilometros até á Boca das Tres Vallas, poderão chegar a este ultimo logar com a altitude de 50 a 54 metros, ou talvez menor, segundo o numero e a extensão dos siphões de que se fizer uso para vencer as quebradas do solo.
As aguas enumeradas n’este capitulo, são em nosso entender as unicas a que póde recorrer-se para um largo abastecimento de Lisboa. As que brotam desde Rio Maior até ao Moinho da Fonte, reunidas como temos dito na Boca das Tres Vallas, seriam conduzidas a Lisboa por um só aqueducto. (...)”

 
A partir da página 77, fazem-se estudos económicos com várias opções:
“a) Aqueducto geral desde os Olhos d’Agua até Lisboa pela Boca das Tres Vallas:
(...) Total – 4:490 contos
b) Aqueducto dos Olhos d’agua passando em Rio Maior:
(...) Total – 3:700 contos
c) Adoptando sómente as aguas do Tejo, e que d’estas se tomem 30 mil metros cubicos filtrados e 120 mil não filtrados, teremos:
(...) Total – 4:200 contos
Comparando estas cifras entre si, vê-se: 1º que o projecto mais economico é o que levar as aguas do Alviela a Lisboa por Rio Maior; 2º (...)”
 
O estudo, não passa ao lado dos problemas que se podem causar às regiões abrangidas pelas bacias hidrográficas dos rios, quando parte ou a totalidade da água lhes é retirada e o Capitulo VII começa mesmo por esta problemática:
“Inconveniente de se derivarem as aguas do Alviella, das Alcobertas, de Rio Maior e de outras nascentes. – (...)
... ; mas é tambem certo que se a agricultura do nosso paiz e todas as industrias mais immediatamente dependentes d’ella estivessem no pé, não só aconselhado, mas altamente reclamado pelas condições especiais do nosso solo, ninguem encontraria no Almonda, no Alviella ou nas Alcobertas um litro d’agua de sobra para o requesitar para o abastecimento de Lisboa, quando aliás este abastecimento se poderia fazer com aguas de outras origens. Será necessario renegar do progresso material e moral da nossa terra para não acreditar com viva fé que a nossa agricultura dentro em poucos annos se hade regenerar; com essa regeneração o paiz mudará a face, e a riqueza publica desenvolver-se-ha a largos passos. As aguas de rega serão um dos mais poderosos meios de que os nossos agricultores, ajudados pelas medidas sabias dos poderes publicos, se soccorrerão para fecundar e desenvolver a prosperidade da nossa principal industria.
(...)”

Palávras sábias de alguem que nasceu há 200 anos atrás.
Carlos Ribeiro nasceu em Lisboa a 21 de Dezembro de 1813 e faleceu também em Lisboa a 13 de Novembro de 1882.

 

Para saber mais sobre o Rio Maior, consulte:
 
Para saber mais sobre a nascente da Ribeira de Alcobertas, consulte:

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Oficina de Seitan e Leites Vegetais

 
A alimentação saudável começa a ser uma prioridade das populações a que Rio Maior não foge à regra.
Realizou-se hoje, no Espaço Cultural SAL (junto às Salinas de Rio Maior) um workshop com o objetivo de se aprender a fazer Seitan e diversos tipos de Leites Vegetais à base de soja, arroz e aveia.
Os participantes adquiriram o conhecimento e a técnica para passarem a fazer estes alimentos em suas casas. Alia-se assim a alimentação saudável com a poupança monetária que tanta falta faz nestes dias.


sábado, 2 de fevereiro de 2013

Fonte no Largo da Arroteia em Malaqueijo


Esta fonte foi construída em 1987 pela Junta de Freguesia de Malaqueijo e situa-se no Largo da Arroteia.
 

A fonte está revestida com azulejos geométricos de cor azul.
Aproveitou-se os dois bancos laterais para se criar um pequeno resguardo à fonte.
O largo tem o piso em pedra de calçada.